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novembro 06, 2007

"A cor que se tem"

de Maria Cândida Mendonça


Quando for crescida
hei-de inventar
um perfume de encantar.
Quem o cheirar
há-de ficar
com cor de pele
que mais gostar.
Branco ou amarelo
se preferir
preto ou vermelho
é só decidir.
Para alegrar
até estou a pensar
outras cores acrescentar.
Cor de rosa
verde ou lilás
são cores bonitas
e tanto faz.
E assim
há-de chegar
o dia de acreditar
que o valor
de alguém
não se pode avaliar
pela cor que tem
e então
tudo estará bem.


Bonito este poema contra a discriminação da diferença, que nos trouxe a professora Susana e que nos contou a linda história do "Patinho Feio".
Não te esqueças no próximo dia 9 de Novembro é o dia mundial da luta contra o racismo

Publicado por constdias às novembro 6, 2007 11:20 AM

Comentários

Meus lindos de todas as cores!!!
Já enviei algumas fotos do nosso encontro de hoje.
Fiquei muito feliz por já terem colocado o poema, que lemos em conjunto, no vosso blog. A fotografia que escolheram para o ilustrar é muito bonita e significativa. Gostei muito.
Continuem a encher o vosso Museu com muita poesia colorida.
Até breve

Publicado por: Susana em novembro 6, 2007 12:59 PM

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